\n'; document.write(barra); } } changePage();

Vamos saber quais as plantas que devem ser transplantadas de um canteiro para outro, ao alcançar um determinado crescimento, e quais devem ser semeadas diretamente no canteiro onde crescerão até serem colhidas.
1. O que é o transplante de hortaliças?
Mas enquanto ele ainda não está crescido, enquanto ele é apenas um jovem pezinho de repolho, ele não precisa de todo esse espaço. Para evitar que as plantinhas novas ocupem um largo espaço precioso de nossos canteiros, as semeamos mais juntas, numa sementeira, onde elas crescerão até chegar ao tamanho que exija mais espaço. Assim fazendo, reduzimos o tempo em que as plantas estarão ocupando um espaço maior nos canteiros, que podem então ser melhor aproveitados para a produção de plantas adultas.
Por causa dessa economia de espaço - que se reflete em mais produtos e mais rendimento - costumamos transplantar quase todas as hortaliças. Apenas aquelas plantas que não suportam ser transplantadas deverão ser semeadas diretamente em canteiros definitivos.
3. Por que certas plantas não suportam ser transplantadas?
A seguir, a planta procurará rapidamente criar um verdadeiro sistema de raizes, sempre em busca de mais água mas também de ar (que há no solo), de fixação e equilíbrio, e de nutrientes que existem na terra. Ao mesmo tempo, lança novas folhas para o alto, buscando ar e luz do sol - seu principal alimento. Assim, o crescimento da raiz depende do energia solar que as folhas recebem e acumulam na forma de massa vegetal - e o crescimento das folhas depende da capacidade das raizes para absorver água do solo e suportar o peso da planta.
Na verdade, as raízes que nós vemos quando arrancamos uma planta do chão, é apenas uma pequena parte das que existiam, pois a maior parte delas é tão fina e frágil que quebram e ficam presas no solo. E são exatamente essas raízes, muito mais finas que um fio de cabelo, que absorvem, da terra, a água, o ar e os nutrientes de que a planta precisa. Por isso, quando arrancamos uma planta para transplantá-la em outro local, estamos rompendo as ligações que a planta tinha com a terra.A planta sofre um choque, ao ser mudada. Até que cresçam novas raizinhas, a planta sofre de sede sob o calor do sol, tem seu crescimento interrompido e precisará fazer um esforço para restabelecer a circulação de água e nutriente pelo caule e folhas.
Nem todas as plantas suportam este trauma. Algumas não se recuperam, ou então o seu crescimento e produção ficam tão prejudicados que não vale o trabalho de transplantá-las.
Entre as plantas que não transplantamos estão: abóbora e abobrinha, cenoura, beterraba, acelga, milho, feijão, melancia, quiabo, ervilha, nabo, rabanete, espinafre,
Devemos retirar as mudas com auxílio de uma pazinha de mão ou de uma colher. Com ajuda dessa ferramenta, procurarmos retirar as plantas de baixo para cima, e conservando o máximo de terra colada nas raízes. Quanto mais terra conservamos, menos a planta vai sofrer até conseguir se readapatar. É conveniente preparar-se para a mudança, usando um carrinho de mão ou uma táboa de madeira, que cobrimos com um pano bem molhado onde iremos depositando as plantinhas que retiramos do solo., até replantá-las em outro canteiro. Assim evitamos que as plantas percam muito umidade e aceleramos a sua recuperação.
Quanto menos tempo as plantas esperarem para serem replantadas, melhor. E, logo que as replantamos, devemos regá-las bem, para que durante a noite elas logo recomecem a absorver água e restabeleçam suas ligações com o solo.
Os buracos no canteiro, onde replantaremos as mudas, devem ser abertos com a ajuda de uma ferramenta pontuda ou de um pedaço de pau com a ponta fina.
A seguir, abrimos um furo e alargamos um pouco (1), para então enfiar as raizes da planta no buraco (2). É muito importante não enterrar a planta de mais ou de menos, e também ter certeza, ao tampar o buraco, que chegamos bastante terra ao redor das raízes (3), evitando que elas fiquem soltas, sem contato com o solo e sua umidade. Logo depois, regue bastante e cubra, com cuidado, o chão do canteiro com algum tipo de palha ou composto, entre as plantas.