English version
Desde 1976, tenho me dedicado a projetos
de conscientização da população sobre os problemas
sociais e ambientais - e suas adequadas soluções.
Para tanto, escrevi vários
artigos nos principais jornais e revistas do Rio, Brasília e São
Paulo, e implementei iniciativas concretas que tiveram a sua influência
nesse processo de conscientização social. Essas iniciativas
tiveram ampla repercussão nos meios de comunicação,
introduzindo assim novas visões e conhecimentos inspiradores.
A seguir, a lista de artigos escritos
por
ou sobre mim, sempre sobre ecologia, agricultura, nutrição,
saúde, desenvolvimento dajuventude, organização comunitária
e questões culturais relacionadas com nosso futuro.
| Estatística |
| O Globo = 20 |
Correio Braziliense = 20 |
Pasquim = 2 |
Veja = 1 |
Outros jornais comerciais brasileiros = 11 |
| Jornal do Brasil = 26 |
Jornal de Brasília = 4 |
Estado de São Paulo = 1 |
Isto É = 2 |
|
| Deste total de 87 artigos, os 29 cujos títulos
estão grafados em CAIXA ALTA são de minha autoria (nem sempre
os títulos). Artigos no jornal do Banco Central - sobre criatividade
e energia - e em outros jornais não-comerciais não foram
incluídos nesta lista. |
.
-
Sombras
no dia claro
Jornal do Brasil - (Rio
de Janeiro) - 1 Ago. 1978
Crônica escrita por Carlos
Drummond de Andrade, o mais famoso poeta brasileiro deste século
(1900/1986), sobre meus primeiros esforços práticos, através
da mídia, para despertar a população, governo, artistas,
jornalistas etc. Na época, o Jornal do Brasil era o jornal de maior
prestígio no Rio.
-
Na serra do Caparaó
Correio Braziliense (Brasilia)
- 22 Ago. 1978
Artigo escrito pelo jornalista premiado Bebé Prates,
no principal jornal de Brasília, sobre minha opção
de viver no interior, pesquisando o modo comunitário de cultivar
o chão e educar as crianças.
-
RENASCER - O SONHO APENAS
COMEÇOU
Correio Braziliense (Brasilia)
- Set. 1978
Neste artigo (página inteira), eu expus porque
estava vivendo em uma pequena fazenda, com alguns amigos e amigas, pesquisando
as tecnologias ecológicas que irão (ou iriam), no futuro,
curar os solos e o povo. E dar emprego a todo mundo. Este artigo me fez
receber muitas cartas de leitores concordando com minhas considerações.
-
Os profetas da mãe
natureza
A Tribuna (Vitoria) - 17
Set. 1978
Neste longo artigo (outra página inteira), eu
- e os companheiros que viviam comigo - fomos entrevistados para explicar
para a população porque tínhamos trocado a vida fácil
do Rio de Janeiro pelo "trabalho duro" em nosso pequeno "kibbutz".
-
DESIGNOLÓGICO
Beijo (Rio de Janeiro) -
17 Set. 1978
Convidado pela Escola Superior de Desenho Industrial
- onde estudei - escrevi um artigo contando porque - guiado por minha consciência
- decidira trabalhar com a natureza pelo futuro. Esta revista cultural
republicou meu paper original, levando muitos leitores a me escreverem.
-
COMIDA SEM VENENO
Jornal do Brasil (Rio de
Janeiro) - Jan 12, 1979
Decidido a encontrar mais pessoas também desejosas
de organizar e implementar alternativas para acordar a população,
jornalistas, equipe governamental etc., escrevi uma carta para um importante
jornal, sugerindo a criação de uma cooperativa.
-
RESERVAS DE CAÇA
Jornal do Brasil (Rio de
Janeiro) - Fev 11, 1979
Neste artigo (página inteira), escrevi sobre a
visão estreita daquelas pessoas que pensam sobre o Brasil apenas
como uma selva onde eles podem caças alguns privilégios,
principalmente por seu nível universitário. Ao invés,
sugeri que toda pessoa graduada dê o melhor de volta para salvar
a nação ameaçada.
-
POR UMA COMIDA SEM VENENO
Jornal do Brasil (Rio de
Janeiro) - 15 Fev. 1979
A partir da carta que publiquei no Jornal do Brasil,
recebi cerca de 12 respostas. Assim, escrevi um artigo mais long comentando
as respostas que recebera e publiquei (página inteira) no mesmo
importante jornal, lido por todos no Rio
-
PALAVRA DA IGREJA CONTRA
A POLUIÇÃO
Jornal do Brasil (Rio de
Janeiro) - 10 Mar. 1979
Neste artigo, escrevi sobre a campanha anual da Igreja
Católica, desta vez responsabilizando aqueles que estragam
o meio ambiente, criado por Deus para ser desfrutado, não para ser
destruído.
-
POR UMA COMIDA SEM VENENO
- II
Jornal do Brasil (Rio de
Janeiro) - Mar. 1979
A partir daquele artigo mais longo, recebi mais de 300
cartas, todos pedindo por participação em minha proposta
para organizar uma cooperativa reunindo produtores e consumidores orgânicos.
O artigo descreve a primeira reunião (mais de 200 pessoas).
-
Tomando de volta o caminho
pra roça
Isto É - magazine
(Rio de Janeiro) - 9 Mai. 1979
Neste artigo, esta importante revista semanal relata
a tendência "natural" que estava levando muitas pessoas de volta
para o interior. trend that was leading many people back to the countryside.
Nossa nova cooperativa, Coonatura, foi mencionada como parte deste fenômeno.
-
POR UMA COMIDA SEM VENENO
- III
Jornal do Brasil (Rio de
Janeiro) - May 15, 1979
This article describes the first initiatives of our new
co-op. Since the first meeting, many people were helping to organize it,
and many offered significant support, as the place to store and sell the
products.
-
CARNE OU VEGETAIS?
Jornal do Brasil (Rio de
Janeiro) - Jun. 1979
Nesta vez, um novo (mais um) aumento no preço
da carne levou muitas mulheres a boicotarem o produto. Para elas, isso
era um sacrifício supremo. Portanto escrevi este artigo contando
todas as razões porque nós, vegetarianos, não comemos
carne, tampouco.
-
CRISE ENERGÉTICA -
SAÍDA PELA DEMOCRATIZAÇÃO DA PESQUISA
Jornal do Brasil (Rio de
Janeiro) - 17 Jun. 1979
Neste longo artigo, expliquei que além da pesquisa
para desenvolver fontes limpas de energia, também é muito
importante pesquisar, desenvolver e tornar públicas as técnicas
e práticas que podem melhorar a energia do corpo humano. Gente mais
energética precisaria e gastaria menos energia "externa".
-
A saída ecológica
Jornal do Brasil (Rio de
Janeiro) - 28 Nov. 1979
Esta longa matéria (página inteira) trouxe
sete entrevistas, todas de membros de nossaooperativa - Coonatura. Lá
nós explicávamos porque we nós estávamos trabalhando
juntos, porque estávamos preocupados com a agricultura, nutrição
e saúde, e porque pensamos que a natureza pode ajudar e curar nossa
sociedade.
-
RELINCHOS E EGOTRIPS A Cr$30
POR CABEÇA
Jornal do Brasil (Rio de
Janeiro) - ? Nov. 1979
Por conta da atenção despertada pela Coonatura,
fui convidado a participar de importante debate sobre democracia e cultura,
no teatro Casa Grande. Neste artigo, mostrei como famosos intelectuais
e artistas brasileiros ficaram perdidos com o fim da ditadura e incapazes
de perceber que a vanguarda cultural agora preocupa-se em pesquisar as
alternativas que poderão viabilizar o futuro da população.
-
Jornada ecológica
protesta contra usinas nucleares
Jornal do Brasil (Rio de
Janeiro) - 14 Jan. 1980
No final da década de 70, o presidente Geisel
firmou um acordo com o governo alemão para construir 7 usinas atômicas
no Brasil. Apesar de alguma reação acadêmica contra
esta decisão perigosa e caríssima, tomada sem nenhuma discussão
com os cientistas, a população só ficou informada
sobre os riscos quando amigos da Coonatura e eu organizamos esta "jornada".
-
Ciclistas vão a Angra
para manifestação ecológica
O Globo (Rio de Janeiro)
- 18 Jan. 1980
Nossa jornada foi um modo muito simples mas efetivo para
comunicar o que queríamos demonstrar: as pessoas em geral precisam
de muita energia porque, no geral, estão desenergizadas, inconscientes
de toda a força que está disponível na alimentação
saudável e nas práticas corporais. Planejamos pedalar até
Angra (160 km), local da primeira usina nuclear brasileira (tecnologia
Westinghouse) e onde planejavam construir mais duas com tecnologia alemã.
-
Protesto contra usinas atômicas
Última Hora (Rio
de Janeiro) - 18 Jan. 1980
Na manhã da sexta-feira em que deixamos o Rio,
para Angra, havia muitos jornalistas cobrindo nossa partida. Todos os jornais
e muitas estações de rádio e TV queriam saber nossas
razões. A Última Hora, que era então um jornal mais
popular que o Jornal do Brasil ou O Globo, publicou chamada na primeira
página (com uma foto) e uma longa matéria com duas fotos
numa página interna.
-
Ciclistas foram a Angra defender
meio ambiente
O Dia (Rio de Janeiro) -
Jan. 18, 1980
O Dia era o primeiro jornal do Rio em vendas, mas seus
leitores eram considerados os mais "populares" de todos. A longa matéria
que eles publicaram - com uma foto de nosso grupo de 16 ciclistas - foi
muito esclarecedora para seus leitores.
-
Ciclistas lideram em Angra
manifestação contra usina
O Globo (Rio de Janeiro)
- Jan. 20, 1980
Novamente O Globo, muito importante, noticiou nossa jornada,
agora a nossa chegada a Angra, onde a população nos recebeu
com uma festa-show, cuja foto foi publicada com o artigo. Tudo isso era
muito novo, porque o projeto atômico brasileiro era considerado assunto
de segurança máxima pela ditadura militar, e nós estávamos,
pela primeira vez, desafiando este tabu.
-
Ciclistas foram a Angra criticar
usina nuclear
O Fluminense (Rio de Janeiro)
- Jan. 21, 1980
Esse jornal era muito lido na região de Angra
e em outras cidades ao redor do Rio. O artigo informou toda essa população
sobre os riscos que passariam a viver para sempre. Até então,
as pessoas vivendo em Angra nunca tinham sido informadas sobre os riscos
de ter uma usina atômica na vizinhança, sem ter enhuma informação
de segurança, rotas de fuga de emergência etc.
-
CICLISTAS PROTESTAM CONTRA
USINA NUCLEAR
Jornal do Brasil (Rio de
Janeiro) - Jan. 28, 1980
Escrevi este longo artigo para relatar como a jornada
foi cumprida por nosso grupo (acompanhado o tempo todo por uma fila de
veículos dos muitos departamentos de polícia federal e estadual,
serviço secreto, Nuclebrás etc.). Expliquei que nós
éramos (e ainda somos) vegetarianos, praticantes de yoga e/ou tai
chi chuan, e portanto foi fácil para nós viajar todos esses
quilômetros em dois dias.
-
Em Resende, um show a favor
da vida e contra a energia nuclear
O Globo (Rio de Janeiro)
- Abr. 4, 1980
O acordo nuclear Brasil-Alemanha planejava construir
uma fábrica nuclear em Resende, uma cidade média à
margem do rio Paraiba do Sul, entre o Rio e São Paulo. Qualquer
acidente nesta fábrica traria enormes riscos para essas cidades,
as mais populosas do Brasil. Assim decidimos organizar essa manifestação
para alertar as populações.
-
Jovens buscam a pureza ecológica
Jornal do Brasil (Rio de
Janeiro) - Abr. 12, 1980
Novamente um grande artigo sobre o mau uso da energia
nuclear no Brasil, e os riscos que poderia trazer para nossa existência
já tão arriscada. Vocês pensam que a agência
atômica brasileira monitoraria devidamente a operação
segura dessas instalações? E o problema do lixo atômico?
Este artigo teve uma ilustração desenhada por mim, explicando
o problema de uma maneira visual.
-
Protesto contra poluição
causa tumulto no trânsito
Jornal do Brasil (Rio de
Janeiro) - ?. ?, 1980
Mais um artigo publicado por um importante jornal relatando
uma outra iniciativa nossa para tornar as pessoas mais conscientes sobre
os problemas ambientais. Desta vez, denunciando a poluição
nas principais ruas do Rio - um recorde mundial. O jornal dizia que causamos
um tumulto, mas o trânsito é que é o tumulto.
-
A febre dos fortificantes
naturais
O Globo (Rio de Janeiro)
- 25 Mai. 1980
Outro artigo demonstrando que nossa interferência
estava sendo bem sucedida. Esta foi sobre o número crescente de
pessoas que preferem modos naturais de se sentirem melhor e ficarem mais
saudáveis. Nele eu também contei sobre nosso comércio
de alimentos naturais.
-
Alimentação
Natural - sem químicas
O Globo (Rio de Janeiro)
- Out. 1980
Novamente outro artigo demonstrando o mesmo: um número
crescente de pessoas seguindo a tendência natural. Será que
tivemos alguma influência? Neste tempo, eu estava introduzindo a
"venda de sanduíches naturais" nas praias do Rio.
-
É FÁCIL PLANTAR
EM CASA
Jornal do Brasil (Rio de
Janeiro) - ? Out. 1980
Neste explicativo artigo, descrevi como é possível
cultivar hortaliças em casa, principalmente cheiro-verde e temperos.
-
Sugestão
- uma horta em cada casa, fábrica, penitenciária e quartel
O Globo (Rio de Janeiro)
- 3 Jan. 1981
Este artigo foi sobre um cartaz educacional que desenhei
para o Mobral, uma agência federal (então) dedicada ao desenvolvimento
comunitário. Eles imprimiram 10 mil cartazes e os espalharam pelo
Brasil, dando início a centenas de hortas.
-
Entender o verão?
comida natural
Revista Domingo Jornal do
Brasil (Rio de Janeiro) - 15 Jan. 1981
Neste artigo, vender sanduíche natural na praia
foi considerado um fenômeno cultural no verão de 81. Realmente,
depois de nossa iniciativa pioneira, milhares de outras pessoas começaram
a fazer o mesmo.
-
Alimentação
natural - opção chega à praia
O Globo (Rio de Janeiro)
- 15 Fev. 1981
Este longo artigo foi especificamente sobre meu principal
projeto na época: fazer a comida saudável mais popular, vendendo
sanduíches naturais nas praias do Rio. como Ipanema e Copacabana
- e repercutindo através da mídia.
-
Opção: vender
sanduíche natural...
O Globo (Rio de Janeiro)
- 21 Fev. 1981
Novamente o principal jornal do Rio dedica um grande
espaço para divulgar minha iniciativa promovendo amplamente a consciência
de que as pessoas poderiam comer melhor e mais barato, e ainda ficar mais
saudáveis. E muitas poderiam ganhar a vida com isso.
Joaquim
Moura - Coonatura
Panfletos da Nova Era -
livro de Jorge Mautner - Fev. 1981
Neste livro, Mautner escreve longos capítulos
sobre figuras marcantes da cultura brasileira e mundial. Assim, entre textos
sobre Glauber, Gil, Janio, Brizola, Golbery, Caetano, Wilson Batista, Ray
Charles e outros príncipes, um curto capítulo sobre o pioneirismo
de iniciativas minhas, como a Coonatura e a Pureza.
-
Pureza quer licença
para vender comida
Jornal do Brasil (Rio de
Janeiro) - 28 Fev. 1981
Embora a iniciativa de vender alimentos saudáveis
para a população, trazendo pão de trigo integral e
arroz integral para as praias e ruas, fosse muito importante para a população,
nós não conseguimos licença para vender legalmente.
-
CONCLAVE DO SOL FAZ A FESTA
ALTERNATIVA NO ATERRO
Jornal do Brasil (Rio de
Janeiro) - 21 Mai. 1981
Para alertar novamente a população sobre
os perigos da poluição atômica, organizamos o Conclave
do Sol, reunindo artistas e cientistas. Joan Baez estava então no
Rio e quis participar. Mas o governo percebeu que ela atrairia muita atenção
para nossa festa, e não permitiu sua participação.
Mas isso trouxe ainda mais atenção para nossa iniciativa.
Eu escrevi este artigo para contar toda a história.
-
A comida natural chega à
mesa
Isto É magazine -
(Rio de Janeiro) - 18 Jul. 1981
Este artigo mereceu ser a capa desta importante revista
semanal, e isso, acontecendo em uma publicação (então)
de esquerda, foi um verdadeiro feito, mostrando que todos, mesmo os "marxistas",
tinham sido atingidos pela idéia da "comida natural".
-
A Pureza acabou
Jornal do Brasil (Rio de
Janeiro) - 15 Nov. 1981
Depoiis de dois anos de bem sucedidos esforços,
sendo imitado por milhares de pessoas por todo o país - e sem nenhum
apoio do governo - nosso grupo decidiu dedicar nossa criatividade e energia
a outras questões.
-
Trabalhar é preciso,
mas se empregar...
Luta e Prazer (Rio de Janeiro)
- Nov. 1981
Luta e Prazer era um jornal publicado por e dirigido
a estudantes universitários, principalmente aqueles envolvidos
no estudo de psicologia, sociologia e artes, mas também interessados
em política. Eles apreciaram muito a nossa venda de comida saudável
ao público.
-
Gasto mínimo na praia
chega a Cr$500
Jornal do Brasil (Rio de
Janeiro) - 2 Jan, 1982
Este artigo relatou o crescente comércio de diversos
produtos na praia, com especial atenção para a venda de sanduíche
natural, mencionando que a Pureza foi o primeiro (e o melhor) grupo a introduzir,
nas praias e também nas ruas, esta opção mais saudável
de alimentação.
-
Hortaliças no quintal
Tribuna do Norte (R.Grande
do Norte) - Fev. 1982
Publicado por um jornal de um pequeno e distante estado
brasileiro, este artigo descreveu meus esforços e resultados em
direção à educação sócio-ambiental.
Relatou as iniciativas da Coonatura e da Pureza.
-
A hora e a vez dos candidatos
naturais
Isto É (Rio de Janeiro)
- Fev. 1982
Este artigo, publicado em uma importante revista semanal,
promoveu minha anti-candidatura a prefeito do Rio. Foi uma oportunidade
para expor minhas preocupações com o futuro da cidade e de
sua população.
-
O natural rima muito bem
com sol e sal
O Globo - Ipanema (Rio de
Janeiro) - 6 Set. 1982
Outra grande matéria sobre as pessoas vivendo
da venda de sanduiche natural. O artigo relembrou que fui eu quem introduziu
este trabalho nas praias e informou que, na época, eu já
estava mais dedicado (novamente) a projetos de hortas comunitárias.
-
O desenhista que se dedicou
à natureza
O Globo - Madureira (Rio
de Janeiro) - Sep , 1982
Este artigo relatou toda minha trajetória como
um ecologista cultural militante, contando as várias iniciativas
iniciativas que influenciaram o modo como a população via
a relação entre nutrição e saúde, natureza
e futuro.
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-
Projeto é para proteger
a Ecologia
O Globo - Copacabana (Rio
de Janeiro) - 17 Set. 1982
Nesta época, sugeri um projeto de educação
ambiental para os estudantes das escolas públicas do Rio. Foram
escolhidas 13 escolas, onde foram feitas apresentações, cultivadas
hortas naturais e promovidos passeios com as crianças ao Jardim
Botânico do Rio, tudo sob minha orientação.
-
Lanchinhos na praia para
salvar o mundo
O Pasquim (Rio de Janeiro)
- Nov. 1982
Nesta longa entrevista, tive uma perfeita oportunidade
para explicar em detalhes porque estava tentando tornar as pessoas mais
conscientes sobre a importância da agricultura e nutrição
para seu futuro e o futuro de seus descendentes. Também esclareci
as radicais implicações políticas da consciência
naturalista.
-
PRESÍDIO - PROGRAMA
CULTURAL PARA DIMINUIR TENSÃO PERMANENTE
Correio Braziliense (Brasília)
- 22 Jul. 1983
Aqui eu escrevi um artigo explicando como as penitenciárias
poderiam ser transformadas em algum tipo de universidade popular, preparando
muitas pessoas para serem líderes comunitários quando voltassem
para suas localidades. Enquanto presos, eles tëm muito tempo para
aprender muitos talentos, práticas e conceitos úteis.
-
AGRICULTURA QUÍMICA
AMEAÇA NOSSO FUTURO
Correio Braziliense (Brasília)
- Ago. 1983
Neste grande artigo, publicado em um importante jornal,
tive oportunidade para explicar (quase) todas as preocupações
que os ecologistas e naturalistas têm relacionadas com a agricultura
convencional, baseada em produtos químicos fornecidos pela indústria.
-
Comício Cósmico
cria horta no CONIC
Correio Braziliense (Brasilia)
- 23 Out. 1983
Convidado a participar de um "Comício Cósmico"
em Brasília, deixei mais do que apenas palavras. Com a ajuda de
outros participantes, criamos uma horta em um jardim abandonado de um shopping
center no centro de Brasília.
-
ECOLOGIA E DEMOCRACIA
Correio Braziliense (Brasília)
- 25 Nov. 1983
Um artigo que escrevi apenas para explicar - através
do principal jornal da capital brasileira - que se nós (a sociedade)
tivéssemos a ecologia (e não o dinheiro) como nosso principal
conselheiro, seria muito mais fácil encontrar soluções
práticas para a situação trágica vivida por
mais da metade da população mundial.
-
Zona Sul procura hortaliças
naturais
Jornal do Brasil (Rio de
Janeiro) - 24 Mai. 1984
Um outro grande artigo publicado sobre a Coonatura, e
seus 2.000 membros (muitos deles produtores) que se beneficiam de sua própria
organização, através da cooperativa.
-
O desenhista que se dedicou
à natureza
O Globo (Rio de Janeiro)
- 18 Set. 1984
Neste artigo, além de reportar as linhas gerais
de meu projeto com as crianças, o jornal relatou um desafio que
estávamos promovendo com as crianças: o primeiro concurso
de alfaces cultivadas em apartamento. (Uma família japonesa ganhou.)
-
Todo dia devia ser Dia da
Árvore
Jornal do Brasil (Rio de
Janeiro) - 21 Set. 1984
Então eu fui contratado por uma grande empresa
construtora (João Fortes Engenharia) para desenvolver atividades
ambientais com as crianças dos prédios que eles constróem
por toda a cidade. Este artigo conta sobre os canteiros, as árvores
e as mudanças que cultivamos.
-
Crianças comem o que
plantaram...
O Globo - Niterói
(Rio de Janeiro) - Set. 1984
Esta matéria relatou a reação das
crianças urbanas com relação às rotinas agrícolas
e fatos naturais com que tiveram contato em seus edifícios. As fotos
mostravam como sua colaboração era efetiva e feliz.
-
Cultivar alfaces - desafio
às crianças
O Globo - Tijuca (Rio de
Janeiro) - 2 Out. 1984
Outro artigo sobre o concurso de alfaces cultivadas em
apartamento. Eu era o consultor-supervisor, e durante dois meses visitei
dezenas de apartamentos para monitorar o processo de crescimento das alfaces,
desde sementes a plantas adultas.
-
Em Queimados, reforma agrária
especial
Jornal do Brasil (Rio de
Janeiro) - 2 Dez. 1984
Nesta época fui convidado por uma importante ONG
(F.A.S.E.) para ajudar um grupo de camponeses sem-terra recentemente assentados
na periferia rural do Rio (Queimados) - uma chance para ajudá-los
a aumentar suas atividades produtivas e comunitárias, bem como preservando
o meio-ambiente.
-
O EQUILÍBRIO NECESSÁRIO
Jornal de Brasília
(Brasília) - 31 Mar. 1985
Neste artigo realmente longo (página inteira),
descrevi um sonho: subitamente eu era despertado por representantes dos
reinos mineral, vegetal e animal para assistir a uma importante reunião
deles, discutir suas reais condições e fazer algumas recomendações
para a humanidade. As futuras gerações também mandaram
alguns participantes, apenas como observadores.
-
A NATUREZA TAMBÉM
É CULTURA
Jornal de Brasília
(Brasília) - 14 Abr. 1985
Muitas pessoas costumam considerar natureza e cultura
como excludentes. O reino de uma é o oposto do reino da outra. Mas
esta visão esquisofrênica leva apenas a incompreensão
e destruição. O modo como vemos a natureza é cultural
- e não existe natureza fora desta visão cultural (não
para nós, humanos). E, para viabilizar nosso futuro, precisaremos
de uma nova cultura que veja a natureza de outro modo.
-
NOVA REFORMA AGRÁRIA
- ECOLOGIA NA PRÁTICA
O Pasquim (Rio de Janeiro)
- 5 Mai. 1985
Neste texto, expliquei porque a reforma agrária
é a questão mais importante a ser resolvida para tornar o
Brasil viável. E a razão porque o meio-ambiente deveria ser
nosso mestre e parceiro se queremos viver um futuro mais feliz.
-
ECOLOGIA NA PRÁTICA
DA REFORMA AGRÁRIA
Correiro Braziliense (Brasília)
- 13 Mai. 1985
Novamente, para outra clientela (O Pasquim era um famoso
tablóide dirigido por e para jovens esquerdistas). Expliquei como
a Reforma Agrária poderia prover trabalho para todos os desempregados
brasileiros, produzindo comida e madeira para o mundo.
-
Dna. Benta ajuda a colher
alface no Novo Leblon
O Globo - Barra (Rio de
Janeiro) - 16 Mai. 1985
Um novo projeto: fui convidado por um rico condomínio
no Rio (eles me pagavam uma quantia simbólica) para planejar e implementar
aqui a primeira "fazenda urbana para crianças" de que tenho notícia.
Esse artigo descreve a primeira colheita.
-
A FALTA QUE FAZ UM PROGRAMA
DE PRIORIDADES ALTERNATIVAS
Correio Braziliense - (Brasília)
- 27 Mai. 1985
O presidente Sarney anunciou um programa de prioridades
sociais, tão convencionais que não poderiam mesmo trazer
nada de novo para a população. Portanto, escrevi esse artigo
para explicar como cada prioridade (habitação, nutrição,
saúde, emprego e energia) poderia ser realmente atingida se o governo
usasse uma abordagem alternativa.
-
A descoberta da terra ensina
a plantar
Jornal do Brasil (Rio de
Janeiro) - 22 Jul. 1985
Este outro artigo no JB descrevia duas experiências
- a escola agrícola Wenceslau Belo e a "fazenda para crianças"
do Novo Leblon, que eu havia criado.
-
FORÇA AO PRESIDENTE
SARNEY
Correio Braziliense - (Brasília)
- 29 Jul. 1985
O presidente Sarney estava tomando remédios para
reduzir suas dores nas costas. Portanto, escrevi este artigo sugerindo
que o presidente cure suas tensões e dores através de práticas
curativas alternativas. Ilustrei com desenhos de posturas curativas fáceis
que o presidente ou qualquer leitor poderia executar e se beneficiar delas.
-
No Novo Leblon, é
hora de colher os frutos
Horta, idéia que
pegou também no novo Leblon
O Globo - Barra (Rio de
Janeiro) - 29 Ago. 1985
Mais um artigo confirmando o interesse da mídia
sobre nosso projeto. Mas eu nunca fui contatado por ninguém do governo
(qualquer governo) ou da "iniciativa privada" ou de ONGs, para replicá-lo
em escala maior.
-
Hortas e pomares ganham novos
espaços em prédios
Jornal do Brasil (Rio de
Janeiro) - 20 Nov. 1985
Um outro longo artigo, em um importante jornal do Rio,
trazendo uma bonita foto dos canteiros da "fazenda para crianças"
do Novo Leblon.
-
Horta comunitária
faz sucesso no Novo Leblon
O Globo - Barra (Rio de
Janeiro) - 18 Dez. 1986
Dezoito meses depois do início, ainda éramos
notícia, ocupando grandes espaços nos jornais. Esta matéria,
na seção especial para a Barra do principal jornal do Rio,
apresentava quatro fotos (uma delas na primeira página).
-
Condomínio inaugura
mini-fazenda
Jornal do Brasil (Rio de
Janeiro) - 19 Dez. 1986
Nesta época, aumentamos o tamanho e complexidade
de nossa fazenda comunitária, introduzindo novos animais, alguns
cavalos, cabras, galinhas, patos e vacas, para torná-los familiares
às crianças urbanas e fornecer estrume para a horta.
-
A pureza das frutas e legumes
no Novo Leblon
O Globo (Rio de Janeiro)
- 22 Nov. 1987
Trinta meses após o início, a fazenda comunitária
ainda era divulgada em longos artigos nos principais jornais (e na TV).
Mas eu nunca fui procurado por alguém interessado em aperfeiçoar
e replicar a experiência.
-
Profeta verde
O Globo (Rio de Janeiro)
- Out. 1986
Mais uma vez, um longo artigo em um importante jornal
relatando todas as iniciativas que desenvolvi até então.
Na foto que ilustrou o artigo, eu executava uma postura de Tai chi, outra
ferramenta para promover a saúde da população.
-
Antes do trabalho, o exercício
Jornal de Brasília
(Brasília) - 9 Set. 1990
Uma grande matéria (foto na primeira página,
página inteira no interior do jornal) sobre minha primeira iniciativa
quando mudei para Brasília. Aulas de tai chi chuan grátis,
nos jardins externos do Banco Central (onde eu trabalho), abertas ao público.
Foi um sucesso.
-
Academia a céu aberto
Veja - Magazine (São
Paulo) - 10 Out. 1990
Na principal revista semanal brasileira, uma matéria
sobre as aulas grátis de tai chi. Na foto, e e meus discípulos
mostrávamos como os leitores poderiam aperfeiçoar sua saúde,
potencializar seus corpos, relaxar suas tensões e estimular sua
energia.
-
Bosque agora é espaço
cultural
Correio Braziliense (Brasília)
- 30 Jul. 1991
Agora era o principal jornal de Brasília que relatava
as aulas de tai chi que eu dava de graça para a população.
Uma foto na primeira página e outra dentro, com o texto explicatório.
-
Um bom casamento entre a
ecologia e a alimentação
Correio Braziliense (Brasília)
- 9 Dez. 1991
Neste artigo, o principal jornal da capital brasileira
conta minha história e os novos projetos que desenvolvo agora mais
perto do governo federal, procurando inspirá-lo em suas ações
e compreensão da delicada relação sociedade-natureza.
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A LEI ROUANET E A SUPERVIVÊNCIA
POPULAR
Correio Braziliense (Brasília)
- 6 Jan. 1992
A lei Rouanet foi criada para permitir deduções
nos impostos para financiar a cultura; uma porcentagem deles pode ser aplicado
em produções culturais. Mas o governo apenas considerou como
projetos culturais aqueles envolvendo teatro, show, cinema, dança
etc., mas não projetos dedicados a despertar e potencializar a população.
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MASSA CRÍTICA DE SOLIDARIEDADE
COMUM
Jornal de Brasília
(Brasília) - 17 Nov. 1992
Em outubro de 92, fui aos Estados Unidos conhecer o sistema
4-H de desenvolvimento juvenil. Articulado em nível federal, estadual
e municipal, envolvendo universidades e apoio privado, o 4-H reúne
5,5 milhões de jovens de 8 a 18 anos em milhares de clubes pelo
país. Só de adultos voluntários são 600 mil,
apoiando projetos ambientais, científicos, de lazer, de promoção
da cidadania etc. Ao voltar, relatei o que lá vira.
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A CURA NATURAL DA CALVÍCIE
Jornal de Brasília
(Brasília) - Jan. 1993
Por meio de uma nutrição mais saudável
e exercícios adequados, todo o corpo ganha mais vida e energia,
incluindo as células do cabelo, dentro do couro cabeludo. Nível
adequado de vitaminas e minerais no sangue, e pele e músculos da
cabeça relaxados (para deixar o sangue alcançar os bulbos
capilares) são alguns segredos revelados em detalhe neste artigo.
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Comitê quer democratizar
informática
Correio Braziliense (Brasília)
- 14 Mai. 1996
Em algumas cidades brasileiras, existem Comitês
para a Democratização da Informática que organizam
escolas comunitárias para profissionalização em computador.
Em Brasília, também nós estamos trabalhando para trazer
os computadores para mais perto do povo, mas não estamos apenas
ensinando pessoas a trabalhar profissionalmente, mas também mostrando
a eles como podem se organizar em rede para desenvolver suas vidas e comunidades.
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JOVENS VOLUNTÁRIOS:
SEM ELES, NADA FEITO
revista Directions -
Fellowship in International Development (Washington DC) - Ago. 1996
Neste artigo, discuto as razões porque quanto
mais trágico fica o cenário social, mais os brasileiros evitam
colaborar em programas voluntários, devido ao estresse crescente,
ao processo de empobrecimento etc. Também discuto como promover
uma mudança nesta situação, estimulando as pessoas
a se organizarem e mudarem as suas/nossas vidas.
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Fábrica de dinheiro
Correio Braziliense - 28
Out. 1996
Matéria (página inteira de domingo) sobre
"dinheiro local" ou "dinheiro comunitário" - poderoso instrumento
de dinamização social e combate à pobreza - sugerida
por mim, citado como "especialista pesquisador" do assunto. Pena que achei
o título muito sensacionalista.
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Amigos para sempre
Internet World - Nov. 1996
Novamente não consegui entender o título
que o editor escolheu para o pequeno artigo sobre a home page dos Companheiros
das Américas, que produzi. De qualquer maneira, muita gente ficou
sabendo de nossos projetos socio-ambientais.
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MICROCRÉDITO E O COMBATE
À POBREZA
Correio Braziliense - 3
Mar. 1997
Matéria sobre a Cúpula de Microcrédito
realizada em Washington, em fevereiro. Expliquei muitas coisas que ninguém
conhece direito, aqui no Brasil, sobre microfinanças e combate à
pobreza.
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Educação Ética
nas Escolas
Correio Braziliense - 28
Nov. 1997
Nosso comitê Brasilia/Washington DC dos Companheiros
das Américas promoveu seminário demonstrativo do programa
Character Counts!", implementado nos EUA desde 1994, onde já alcança
mais de 20 milhões de jovens. O seminário fez grande sucesso
com os educadores participantes e já apresenta ótimas possibilidades
de ser aplicado no Brasil. Este artigo (página inteira) foi muito
útil.
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SEMENTES
DA VIOLÊNCIA
Correio Braziliense - 26
Fev. 1998
O aumento dos crimes cometidos por jovens est:á
a exigir an´lise mais profunda que leve a ações efetivas.
Neste artigo, pela primeira vez várias questões fundamentais
para compreender a violência infanto-juvenil foram discutidas em
jornal brasileiro.
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Violência começa
com ociosidade
Correio Braziliense - 29
Mar. 1998
Na discussão sobre a violência atual, sempre
tão superficial, finalmente me deram um espaço, no principal
jornal de Brasília, para aprofundar a análise e propor programas
objetivos. Mas nem assim obtive qualquer reação, nem de quem
supostamente cuida desses problemas.
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Alunos de Bom Caráter
Correio Braziliense - 17
Dez. 1999
Mais uma página inteira sobre um programa desenvolvido
por nosso comitê dos Companheiros das Américas em Brasília.
Desta vez, sobre a introdução, no Brasil, do programa de
educação ética norte-americano Character Counts!
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Caráter se aprende na escola
Correio Braziliense
- 21.Abr. 2000
Nosso comitê organizou este Seminário Internacional
de Educação Ética para demonstrar a metodologia do
programa O Caráter Conta!, já traduzida e adaptada para o
Brasil. Oitenta professores participaram e agora estamos adaptando o currículo
de acordo com as sugestões desses professores. Agora, juntos, iremos
promover o programa nas escolas de Brasília e, depois, do Brasil.
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Brasil
vai investir pesado em transgênicos
Estado de São Paulo - 27 JUL.
2001
Neste artigo, cujo título mais parece uma ameaça
ou uma declaração de insanidade proclamada pelo ministro
da Agricultura, fui pela primeira vez citado em uma matéria sobre
o tema transgênicos, que já vem me ocupando, quase prioritariamente,
há
dois anos, desde que me dei conta da proximidade e alcance do problema.